Pr Walter Brunelli lançará Teologia Sistemática Pentecostal

SHALOM! É com grande alegria que comunico os nobres leitores deste blog, que meu amigo Pr. Walter Brunelli,  lançará uma Teologia para Pentecostais, (Uma Teologia Sistemática e Expandida).  Uma obra que vem Leia Mais »

Pérolas da carta de Paulo à Filemon

A carta de Paulo a Filemon é a mais breve entre as cartas que formam a coletânea paulina e consiste apenas em 335 palavras no grego original. É pequeno no tamanho e Leia Mais »

Onesíforo, um bálsamo na vida de Paulo

Paulo havia exortado Timóteo a guardar o evangelho, pois diante da perseguição, muitos cristãos abandonariam o evangelho. Ao longo de 2º Timóteo, Paulo encoraja Timóteo a não se envergonhar do evangelho nesse Leia Mais »

Uma curiosidade inédita sobre Jonas

Para compreendermos o significado dos acontecimentos do livro de Jonas capítulo 3 é necessário saber que os ninivitas adoravam o deus-peixe, Dagom, parte humano e parte peixe. Eles acreditavam que ele tinha Leia Mais »

Afinal, quem é o cavaleiro branco de Apocalipse 6?

A adoração descrita em Apocalipse 4 e 5 é um preparativo para a ira descrita em Apocalipse 6 a 19. Pode parecer estranho adoração e julgamento andarem juntos, mas isso se deve Leia Mais »

Dar-te-ei Dois Mil Cavalos

A) O Intervalo entre a Promessa e o Milagre

“Dar-te-ei dois mil cavalos se tu preparares dois mil cavaleiros para eles” (IsaÍas 36:8).

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(Fonética: “Vê-Etenâh lê-Há alpâim sussîm, im-tuHal latét lê-Há rêHavim aleihêm”).

Há um verdadeiro treinamento de fé no espaço ou intervalo entre a promessa e o milagre, o acontecer daquilo que foi prometido. O primeiro exemplo bíblico está na vida de Abraão. Deus o chama de Ur dos Caldeus, da sua terra e parentela e lhe faz promessa. Ele pronta e fielmente obedece. No verso 4 do capítulo 12 de Gênesis, lemos: “Assim partiu, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de 75 anos, quando saiu de Harã”. A inquietude que sempre mexia no coração de Abraão era o fato de não ter herdeiro e, por consegüinte, já esboçava uma solução: “Eis que não me tens dado semente, e eis que um nascido na minha casa será o meu herdeiro”, Gênesis 15:1-3. Deus prontamente apresenta-lhe a solução: “mas aquele que de ti será gerado, esse será o herdeiro”(v.4).

02. Os anos se passaram, 24 anos e o capítulo 17:1 mostra que o Patriarca já estava com 99 anos de idade. Nesse capítulo vem, novamente, a reafirmação do nascimento do seu filho prometido. Como é sabido, Deus age no seu tempo. Em hebraico, o tempo comum, é ‘zêmânn’; mas o tempo de Deus é “ét”, ou seja, na ‘estação de Deus’ como o exemplo de Gênesis 18:14 – “Ao tempo (“ét”) determinado”.

03. Entre a promessa e o cumprimento da mesma na vida de Abrão e Sarai, muitas coisas aconteceram, como a precipitação de Sarai (Sara), em Gênesis 16:2-4, dando Agar como solução da promessa de um filho; os nomes de ambos são mudados para os novos projetos de Deus (cap.17:5 e 15), pois no intervalo para o homem, Deus sempre está trabalhando para cumprimento do seu propósito.

04. O caso de José é o segundo forte exemplo de treinamento de fé entre a promessa e o milagre. No coração de José havia muitos sonhos e projetos e, na “estação de Deus”, tudo aconteceria! O degrau para ele seria: escravidão, prisão e trono. Como herói sonhador passa por duras provas. O Salmo 105:17 resume: “Mandou diante deles um varão que foi vendido por escravo: José, cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros”.

05. O terceiro exemplo é o de Davi. Desde que matou Golias, ainda muito novo, não teve mais sossego e, dia e noite, era cruelmente perseguido pelo rei Saul. Humanamente falando, vivia a um passo da morte (I Samuel 20:3-b). Tornou-se vil aos olhos do seu rei como “cão morto” ou “pulga” (I Samuel 24:14).

06. Deus sabe como treinar os seus vasos prestes a tomar posse de uma bênção especial, de um milagre. Isaque esperou 20 anos para ser pai (Gênesis 25:20 e 26); Calebe soube esperar em fé por 45 anos para tomar posse da sua bênção (Josué 14:10). Paulo pode dizer antes de Filipenses 4:13 ( “Posso”) – “Já sei”, “aprendi” e “estou instruído” (versos 11 e 12).

07. Creia que o milagre vai acontecer! Para Deus, já aconteceu; para a fé confiante que espera em “expectativa de fé” (Salmo 40:1, esperar (heb), ‘lekevot’ – esperar em expectativa de fé), tudo está sob o comando de Deus.

B) DAR-TE-EI DOIS MIL CAVALOS

08. No texto de Isaías 36:8, há o desafio que vem em forma de barganha por parte do poderoso exército da Assíria: “Dar-te-ei dois mil cavalos se puderes achar cavaleiros para montar”. O rei Ezequias deveria fazer montar neles dois mil soldados. Certamente, havia soldados, contudo, não estavam preparados para a luta, para o combate. Não havia dois mil homens que pudessem guerrear cavalgando. Não estavam preparados para isso mesmo com os cavalos belicamente selados.

09. A lição para nós hoje é: “Se você aprender a montar, Deus lhe dará um cavalo”; “Se você se preparar para a promessa, Ele a tornará real para você! Prepare-se para “montar” na sua bênção, para tomar posse daquilo que Deus lhe tem prometido, pois fiel é o que prometeu e, “na estação de Deus”, acontecerá, “pois o choro pode durar a noite inteira (longo ou curto intervalo), mas a alegria vem pela manhã” (Salmo 30:5).

10. Prepare-se para a montaria em fé, oração e ação! O cavalo passará selado à sua frente, pronto para ser montado.

Dr. Agnaldo Sacramento

4 grandes verdades sobre o Verbo de Deus

“No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. […] E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai” (Jo 1.1,14)

O apóstolo João, mais do que outros evangelistas, falou-nos acerca da divindade de Jesus Cristo. No prólogo de seu evangelho, já traçou o rumo de sua obra: “No principio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1). Depois de falar que esse Verbo foi o agente criador e também o doador da vida, anuncia de forma esplêndida: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai” (Jo 1.14).

Jesus é a suprema e final manifestação de Deus. Ele é a exegese de Deus. Ele é a interpretação perfeita de Deus. Veremos a seguir as 4 grandes verdades deste Verbo de Deus:

1) A eternidade do Verbo (Jo 1.1) “No principio era o Verbo…”. Quando tudo teve o seu começo, o Verbo estava lá, não como alguém que passou a existir, mas como o agente de tudo o que veio à existência. O Verbo não foi causado; Ele é a causa de tudo que existe. O Verbo não foi criado antes de todas as coisas; ele é o Criador do universo no principio (Jo 1.3). Ora, se antes do principio descortinava-se a eternidade, e se o Verbo já existia antes do começo de tudo, o Verbo é eterno. A eternidade é um atributo exclusivo de Deus. Só Deus é eterno.

 

2) A personalidade do Verbo (Jo 1.1) “…e o Verbo estava com Deus…”. No principio, o Verbo estava em total e perfeita comunhão com Deus. A expressão grega pros ton Theon traz a idéia de que o Verbo estava face a face com Deus. Como Deus é uma pessoa, e não uma energia, o Verbo também é uma pessoa. O Verbo é Jesus, a segunda pessoa da Trindade. Isso significa que, antes da encarnação do Verbo, Ele já existia, desde toda a eternidade, e em plena comunhão com o Pai.
 
Jesus não passou a existir depois que nasceu em Belém. Ele é o Pai da Eternidade. O Verbo é o Filho; e Pai e Filho têm perfeita comunhão desde a eternidade. Embora sejam pessoas distintas, são um só Deus, da mesma essência e substância. 

3) A divindade do Verbo (Jo 1.1) “…e o Verbo era Deus”. O Verbo não é apenas eterno e pessoal, mas também divino. Ele é Deus. Ele é a causa não causada. Ele é a origem de todas as coisas. Ele é o criador do universo. Ele é o Verbo, ou seja, o agente criador de tudo o que existe, das coisas visíveis e invisíveis. O Deus único e verdadeiro constitui-se em três pessoas distintas, porém iguais, da mesma essência e substância. O Verbo não é uma criatura, mas o criador. Ele não é um ser inferior a Deus, mas o próprio Deus.Jesus não é uma criatura intermediária entre Deus e o homem. Ele é perfeitamente Deus e perfeitamente homem. Ele não deixou de ser Deus ao assumir a forma humana, e não deixou de ser homem ao retornar à glória que tinha junto do Pai.

4) A encarnação do Verbo (Jo 1.14) – “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, […] como a glória do unigênito do Pai”. Aqui está o sublime mistério da encarnação: o eterno entrou no tempo. O transcendente tornou-se imanente. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo foi enfaixado em panos e deitado numa manjedoura.
Deus se fez homem, o Senhor dos senhores se fez servo. Aquele que é santo, santo, santo se fez pecado por nós; Aquele que é exaltado acima dos querubins, assumiu o nosso lugar, como nosso fiador, fez-se maldição por nós e sorveu sozinho o cálice amargo da ira de Deus, morrendo morte de cruz, para nos dar a vida eterna. Jesus veio nos revelar de forma eloqüente o amor de Deus!Nele, Pr Marcelo

Bibliografia: Wiersbe, Warren. Comentário Expositivo. Geográfica Editora

                         Lopes, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas. Ed Hagnos

A glória de perder e a tragédia de ganhar

Quantos sejam os anos da vida de um ser humano, ela sempre se caracteriza por uma sucessão de ganhos e perdas.Jesus estabeleceu princípios estranhos, porém sólidos e verdadeiros ao deixar claro que para ganhar é preciso perder.

Muitos vivem preocupados o tempo todo com a falsa glória de perder peso e a penosa tragédia de ganhar fama. A perda de peso é falsa porque nada acrescenta ao caráter. O lucro da fama pode ser uma tragédia pelos inimigos que conquista e pelo mau uso das benesses por ela adquiridas.

Ganhar a salvação quase sempre significa perder amigos, mas estes são efêmeros enquanto aquela é eterna.Quando Cristo nos ganhou, o Diabo nos perdeu. Moisés perdeu o fausto do trono do Egito, mas ganhou a glória da comunhão com Deus no monte.

Abraão perdeu a estabilidade de Ur dos Caldeus, mas ganhou o status de peregrino de Adonai. Em Ur, vivia em esterilidade. Como peregrino, tornou-se pai de uma multidão de nações.

Muitos perdem a honra quando ganham muito dinheiro. Outros ganham reputação, quando perdem o temor de ser honrados.Muitos perdem o tempo que não sabem aproveitar e ganham o prêmio da inatividade.

Outros ganham o troféu de laboriosos, enquanto perdem o amor pela inércia. Abrão perdeu o nome de mais alto, para ganhar o de mais amado. É melhor ser amado em baixo, que desprezado em cima.

Jacó perdeu o direito de andar totalmente ereto entre os homens, mas ganhou o privilégio de um novo nome, que o declarava príncipe de Deus. É melhor ter o defeito de Jacó que a beleza de Absalão.

Daniel perdeu o prazer de ricos banquetes, mas ganhou a bênção de interpretar sonhos do rei. José perdeu a emoção de uma aventura rápida com a mulher de Potifar para ganhar a designação de Primeiro-Ministro da nação mais poderosa de seu tempo.

Esaú perdeu o respeito pela primogenitura para ganhar o título de leviano e fornicário. João Batista considerou uma glória perder a cabeça física, para poder ganhar a aprovação da Cabeça Espiritual.

Ananias quis ganhar algumas cédulas que enriqueceriam seu patrimônio, mas perdeu a própria vida, sob o juízo de Deus. Alguns perdem o respeito para ganhar posições. Outros perdem posições para ganhar o respeito.Existem os que choram quando ganham, pois sabem que a vitória era de outros e os que se alegram quando perdem, pois perderam o que não deviam possuir.

Na contabilidade espiritual de Paulo, perder posições humanas era uma glória, enquanto ganhar almas era um privilégio. Caro leitor, como estás no ganha-e-perde da vida? Bem-aventurados os que se desvencilharam de tudo que ganharam erradamente. Mais bem-aventurados ainda os que conseguiram recuperar tudo aquilo que jamais deveriam ter perdido.

O filho pródigo, longe de casa, experimentou a tragédia de ganhar amigos. Só quando vivenciou a glória de os perder, se sentiu realmente feliz.O irmão do filho pródigo perdeu a alegria quando o viu ganhar a reconciliação. Para aqueles que choram as muitas perdas de ontem, recordamos que elas serão superadas e esquecidas pelas vitórias de amanhã.

O cego de Jericó viveu a glória de “perder” sua capa, para não sentir a tragédia de ganhar a morte estando ainda cego.Ganhar é uma tragédia quando está em jogo aquilo que não se deveria possuir. Perder é uma glória quando se trata daquilo que jamais se deveria obter.

Quando Jesus quis declarar que a tragédia de ganhar o mundo só pode ser evitada pelo desprezo à glória de ganhar o que ele oferece, Ele propôs uma questão, que nunca pode ser esquecida: “De que aproveitaria ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma”?

Pr. Geziel Gomes

Vivendo de modo digno do evangelho

“O que é mais importante, deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo” Fp 1.27

O futuro de Paulo, como prisioneiro, era totalmente incerto. Ele sabia que podia morrer a qualquer momento. Mas, para ele pouco importava viver ou morrer, ele não estava preocupado com isso. Sua única preocupação era com o evangelho e com o que poderia acontecer a ele depois de sua partida.

Assim, ele faz cinco eloqüentes exortações aos filipenses (vv. 27-30):

1. Vivam de maneira digna do evangelho. Nossa conduta deve ser coerente com o nosso chamado. Não pode haver dicotomia entre aquilo que dizemos e aquilo que somos, e sim uma consistência fundamental. Pregamos sobre o caráter, mas temos caráter? Pregamos sobre sermos corretos, mas somos corretos? Pregamos sobre termos uma vida de oração, mas nós oramos? Pregamos sobre santidade, mas será que vivemos em santidade?

2. Permaneçam firmes no evangelho. Estabilidade é uma qualidade importante em todas as esferas, seja no governo, na economia ou nas construções. Lucas relata que os apóstolos costumavam voltar às cidades que haviam evangelizado para firmar a fé dos convertidos. A firmeza doutrinária e ética devem ser princípios norteadores da vida cristã. Em tempos de tanto liberalismo, misticismo, paganismo e sincretismo, devemos pregar o verdadeiro evangelho: o Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gregos, mas para nós, o poder de Deus.

3. Lutem pela fé do evangelho. Isso seria uma combinação entre evangelismo e apologética. Não devemos apenas proclamar o evangelho, mas também defendê-lo, sustentando a sua verdade. Que resposta damos quando as mais diversas seitas batem à nossa porta? Temos conteúdo? Falamos com clareza a respeito da nossa fé?

4. Trabalhem juntos pelo evangelho. Este chamado à unidade é muito enfatizado em Filipenses. Paulo conclama os cristãos em Filipos a “permanecerem firmes num só espírito, lutando unânimes pela fé” (Fp 1.27). O apóstolo, obviamente, não defende a unidade a qualquer preço, comprometendo verdades fundamentais para obtê-la, mas a unidade naquilo que é essencial do evangelho.

5. Estejam prontos a sofrer pelo evangelho. “Pois a vocês foi dado o privilégio de não apenas crer em Cristo, mas também de sofrer por ele” (Fp 1.29). A afirmação de que a fé e o sofrimento são dois privilégios cristãos concedidos ao povo de Deus talvez nos surpreenda. Os filipenses foram testemunhas da perseguição que Paulo havia sofrido em sua cidade, e eles também iriam sofrer, pois “o sofrimento é a marca do verdadeiro cristão”, escreveu Dietrich Bonhoeffer.

Prezado leitor [a], o que será que acontece quando os adeptos da teologia da prosperidade lêem o texto de Paulo aos Filipenses 1.29?

Leia o texto atentamente e ouse responder o que se passa na mente deles ao lerem este texto.

Nele, que É

Pr Marcelo

Magnífica entrevista com Mosab Yousef, filho de um dos fundadores do Hamas

Shalom!

Assista com atenção, e veja o que o evangelho e a graça de Deus podem fazer na vida de uma pessoa. Assistam todos os vídeos, com atenção para o 3º vídeo.

Nele, que é fonte de toda a graça

Pr Marcello

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2WMupGTUF8E]

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Homenagem ao Pr Geziel Gomes

Amados leitores, quero prestar minha singela homenagem ao Pr Geziel Gomes, que neste final de semana estará comemorando seu triplo aniversário. Aliás, que aniversário:

50 anos de casamento
50 anos de ministério
70 anos de vida

Tenho a honra de desfrutar de sua linda amizade. Pr Geziel, prefaciou meu primeiro livro, acreditando em mim, um jovem obreiro que tem dedicado sua vida ao estudo e exposição da Palavra. Ele, um pregador já consagrado, humildemente e de coração prefaciou meu livro: Os produtos do mercador.

Quero louvar a Deus pela vida deste precioso ministro do evangelho. Pr Geziel, sem dúvida alguma, é dos maiores pregadores que temos no Brasil, que tem marcado uma geração de obreiros, pastores e líderes. Onde Deus tem me permitido passar por este Brasil e falo do seu nome, sempre alguém conta uma mensagem inesquecível, um milagre recebido, uma palavra de sabedoria que marcaram suas vidas.

Em tempo, quero parabenizar a sua mui digna esposa, Pra Maura Gomes, por alcançar tão expressiva data. Somente Deus, o amor, o respeito podem conservar um casal por tanto tempo de vida juntos! Uma exemplo a ser seguido! Parabéns a todos os filhos, pelos pais que Deus deu o privilégio de tê-los.

Concluo com um acróstico do seu nome:

G: gerador de (pregadores, pastores, escritores)

E: ensinador (da Palavra, da vida, da família)

Z: Zeloso com ( a Palavra, e o Deus da Palavra)

I : inteligente ( pois possui uma mente brilhante)

E : especial (para o Eterno, a esposa, os filhos e a igreja)

L: Líder (de muitos filhos na fé, de obreiros que de uma forma ou outra foram influenciados por seu profícuo ministério).

Parabéns amado amigo! Parabéns Pra Maura! Parabéns aos filhos deste casal!

Um abraço amigo, amigo

Pr Marcelo

P.s>>> Você que foi abençoado, edificado, instruído pela vida do Pr Geziel Gomes, não deixe de postar seus comentários.

Reflexões na parábola dos talentos

Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade […] (Mt 25.14,15)

Jesus, o Mestre incomparável, ensinou por meio de parábolas. Elas são janelas que lançam luz no nosso entendimento e chaves que abrem a nossa compreensão. Na parábola dos talentos, registrada em Mateus 25.14-30, Jesus nos transmite algumas lições importantíssimas.
1.

Os talentos são distribuídos a todos (Mt 25.14,15) – todos nós temos aptidões naturais. Essas aptidões precisam ser cultivadas e desenvolvidas. As aptidões são variadas e distintas. Não recebemos todos as mesmas aptidões, nem as recebemos na mesma proporção. Cada um recebe os talentos de acordo com a sua capacidade.

Isso significa que todos nós temos um trabalho a desempenhar e um propósito na vida. Todos nós temos capacidade de produzir para o nosso sustento e para socorrer os que estão ao nosso redor. Alguém já disse sabiamente: “nenhum homem é uma ilha”. Fazemos parte dessa engrenagem que faz mover a família, a igreja, a sociedade rumo ao seu próprio estabelecido por Deus.

2. Os talentos são distribuídos na medida da nossa capacidade (Mt 25.15) – Jesus conta nessa parábola que um servo recebeu cinco talentos, outro, dois e o último, um. Os talentos são distintos, em quantidades variadas, porque somos diferentes uns dos outros. No corpo, há muitos membros, e cada um exerce sua função de acordo com sua capacidade para o bem de todo o corpo.

Assim somos nós. Não apenas temos aptidões distintas, mas, também, capacidades variadas. Cada um recebeu quanto podia desenvolver. Cada um recebeu na medida da sua capacidade. Deus nunca vai nos cobrar além do que nos deu. A quem muito é dado, muito é exigido. Cada um deve trabalhar na medida das suas forças e conforme o dom que recebeu.

3. Os talentos são distribuídos para serem cultivados (Mt 25.16,17) – Os talentos não são para serem guardados, mas desenvolvidos. Não podemos enterrar nossos talentos. Somos mordomos de Deus e devemos cultivar com diligência o que nos foi confiado. Nossa vida não é como um tesouro escondido, mas como uma fonte de bênçãos para aqueles que nos cercam.

Jesus elogiou, na parábola, os servos que investiram, trabalharam e apresentaram seus talentos em dobro. Mas há uma palavra severa de repreensão àquele servo que com medo ou preguiça, enterrou seu talento. Esse servo negligente perdeu o seu talento e a própria vida.

4. Os talentos distribuídos e cultivados são recompensados (Mt 25.19-21) – Jesus conta na parábola que os servos diligentes foram não apenas elogiados, mas recompensados. Eles entraram no gozo do Senhor e tomaram posse de uma riqueza incomparavelmente maior e eterna. Depois do trabalho, vem a recompensa. Depois das lágrimas da semeadura, vem a alegria da colheita abundante. Nossa recompensa não é material, mas espiritual. Nosso tesouro não é está aqui, mas no céu.

Nossa premiação não é neste mundo, mas no céu, quando ouvirmos o Deus Eterno dizer: “Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor”.

Como você tem desenvolvido os talentos que Deus lhe concedeu? Você tem sido diligente? Tem crescido e ajudado outros a crescerem? Tem exercido seus dons e talentos para a glória de Deus e a edificação da igreja? Como você se apresentará diante Daquele que está assentado num alto e sublime trono?

Nele, que nos ama

 Pr Marcelo

Bibliografia: Warren, Wiersbe. Comentário Expositivo. Geográfica Ed.

                Lopes, Hernandes Dias. Mensagens Selecionadas. Ed. Hagnos

Um líder que faz a diferença

Estevão, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo (At 6.8)

O diácono Estevão foi um dos grandes líderes da igreja primitiva. Seu ministério foi curto, mas sua influência cruzou os séculos e chega até nós. Ele viveu uma vida de plenitude, com um testemunho irrepreensível e seus predicados espirituais foram um exemplo a ser seguido ainda hoje. Nesta reflexão, veremos três marcas distintivas deste homem de Deus.
1. Sua vida era irrepreensível (At 6.3) – A vida do líder é a vida da sua liderança. Um líder nunca é neutro; é benção ou maldição. O líder sempre lidera, para o bem ou para o mal. Na igreja de Deus, precisamos de líderes que tenham o caráter de Cristo, o fruto do Espírito, as marcas de uma vida irrepreensível. Estevão era um homem de boa reputação, cheio do Espírito Santo e de sabedoria (At 6.3). Ele também era um homem cheio de fé (At 6.4). A Escritura ainda diz, que ele era cheio de graça e poder (At 6.8).

A igreja de Deus precisa de homens que tenham a envergadura espiritual de Estevão. Homens que sejam íntegros na conduta, que não transijam com os absolutos de Deus. Homens que sejam cheios do Espírito Santo, e não balões cheios de vento. Hoje vemos homens cheios de compromissos, cheios de conhecimentos, cheios de diplomas, cheios de bens, mas poucos homens que vivem na plenitude do Espírito.

A liderança de um homem tem exatamente a extensão da sua vida. Seu nome é o seu grande patrimônio. Se ele perder sua dignidade, perde seu ministério.

2. Suas obras eram irrefutáveis (At 6.8) – As obras de Estevão eram o selo da sua liderança. Diz a Escritura que ele fazia prodígios e grandes sinais entre o povo. O caráter de um líder é reproduzido e demonstrado em suas obras. O que ele é revela-se no que faz. Uma árvore má não pode dar bons frutos e vice-versa. Nossas obras refletem nossos valores. Nossas mãos manifestam o que está em nosso coração.

Estevão enfrentou severa oposição dos membros do Sinédrio judaico, mas eles não puderam refutar suas obras. Para levá-los às barras do tribunal e condená-lo, precisaram subornar testemunhas falsas (At 6.11). Precisamos de líderes que vivam acima de quaisquer suspeitas, que tenham vida irrepreensível e mãos limpas. A única arma que os inimigos puderam usar contra Estevão foi a força. Se tivessem algum motivo para denunciá-lo, teriam imposto a ele um golpe mais doloroso que o apedrejamento.

3. Suas palavras eram irresistíveis (At 6.10) – Estevão tinha vida irrepreensível, obras irrefutáveis e também palavras irresistíveis. Assim registra a Escritura: “e não podiam sobrepor-se à sabedoria a ao Espírito, pelo qual ele falava”. O diácono da igreja primitiva era um homem em que habitava ricamente a palavra de Cristo (Cl 3.16). Seu sermão registrado no capítulo 7 do livro de Atos, é uma verdadeira síntese do AT.

Um líder espiritual precisa conhecer a Palavra de Deus. Não fala com sabedoria quem não conhece a verdade (2 Tm 2.15). O analfabetismo bíblico é um dos pontos mais críticos daqueles que se propõem a ser líderes do povo de Deus. Líderes sem conhecimento da Palavra deixam o povo de Deus à deriva para ser levado por todo vento de doutrina. Líderes sem o discernimento da verdade são presas dos falsos mestres.

Estevão foi apedrejado, mas seu rosto resplandeceu. Os homens fecharam-lhe a porta da vida, mas Jesus abriu-lhe a porta do céu.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Amanhã estarei na rádio Musical!

Quero convidar a todos os irmãos a ouvirem a Rádio Musical – 105,7 FM em São Paulo. Se o Eterno permitir estarei no programa: Exaltando a Palavra – com meus amigos Pr. Arthur Bittencourt, Pr. Hermes e outros biblistas que lá estarão.

O programa tem inicio às 11h00 e termina às 12h55. Divulgue para seus amigos e irmãos!

Não deixe de ouvir e ser abençoado com este programa. Você pode participar ao vivo, fazendo sua pergunta.

Sintonize: Rádio Musical – 105,7 FM em São Paulo.

Nele, A Palavra Eterna

Pr. Marcelo

Uma preciosidade da língua hebraica

“Veio a mim a palavra do Senhor: O que é que vês, Jeremias? E eu respondi: Vejo uma vara de amendoeira. Disse-me o Senhor: Viste bem, pois eu velo sobre a minha palavra, para a cumprir” (Jr 1.11,12)

Este texto está dentro do contexto da vocação de Jeremias por Deus para ser profeta. Jeremias estava querendo resistir ao chamado, dizendo que era muito jovem, que não sabia falar, mas Deus insistia e, através de duas visões, lhe dá a certeza que cumprirá a sua Palavra, a qual Jeremias deveria profetizar.

O texto acima, é a primeira visão, na qual Deus assegura que irá cumprir a sua palavra.

A chave deste dois versículos, está no jogo de palavras entre ?????? ( [shaqued] “amendoeira”) e ?????? ( [shoqued] – forma verbal – “o que vela, o que vigia”).

O que tem a ver um com o outro? Que mensagem é transmitida através deste jogo de palavras?

Neste exemplo, vemos a riqueza da língua hebraica, onde vemos um jogo de palavras. São duas palavras formadas pelas mesmas consoantes (Shin, Kof, Dálet), ou seja, que possuem a mesma raiz. A única diferença entre as duas palavras é a 1º vogal. Uma é “a” e a outra é “o”. Quem conhece a língua hebraica capta este jogo imediatamente ao se deparar com o texto original sem precisar de algum comentário.

Você deve estar se perguntado: “Qual é a relação da vara de amendoeira com a Palavra do Senhor”?

A amendoeira é a primeira flor a florir depois do inverno. Pode-se dizer que ela desperta cedo e já está alerta enquanto as outras árvores começam a florir. O erudito William L. Holladay diz que “ela (a amendoeira) vigia pela chegada da primavera”.

Jeremias vem da cidade de Anatot, que é um centro de plantio de amendoeiras. As amendoeiras fazem parte do seu cotidiano. Podemos imaginar Jeremias olhando um galho da amendoeira e fazendo uma livre associação, através dos sons, com o verbo “estar acordado, alerta, despertado, vigiando, velando” e ver nisto uma mensagem de Deus que lhe assegura que Ele irá velar, cuidar da sua Palavra para que esta se cumprisse logo.


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Wayehy devar Adonay Elay Lemor Ma Atah Roeh Yirmeyahu Va Omar Maqqel Shaqued Ani Roeh. (Jr 1.11)

Wayomer Adonay Elay heytavta Lir’ot Ki Shoqued Al Devary La Asôto (Jr 1.12).

Ani Ohev Et Ha Toráh!

Pr Marcelo Oliveira