Pr Walter Brunelli lançará Teologia Sistemática Pentecostal

SHALOM! É com grande alegria que comunico os nobres leitores deste blog, que meu amigo Pr. Walter Brunelli,  lançará uma Teologia para Pentecostais, (Uma Teologia Sistemática e Expandida).  Uma obra que vem Leia Mais »

Pérolas da carta de Paulo à Filemon

A carta de Paulo a Filemon é a mais breve entre as cartas que formam a coletânea paulina e consiste apenas em 335 palavras no grego original. É pequeno no tamanho e Leia Mais »

Onesíforo, um bálsamo na vida de Paulo

Paulo havia exortado Timóteo a guardar o evangelho, pois diante da perseguição, muitos cristãos abandonariam o evangelho. Ao longo de 2º Timóteo, Paulo encoraja Timóteo a não se envergonhar do evangelho nesse Leia Mais »

Uma curiosidade inédita sobre Jonas

Para compreendermos o significado dos acontecimentos do livro de Jonas capítulo 3 é necessário saber que os ninivitas adoravam o deus-peixe, Dagom, parte humano e parte peixe. Eles acreditavam que ele tinha Leia Mais »

Afinal, quem é o cavaleiro branco de Apocalipse 6?

A adoração descrita em Apocalipse 4 e 5 é um preparativo para a ira descrita em Apocalipse 6 a 19. Pode parecer estranho adoração e julgamento andarem juntos, mas isso se deve Leia Mais »

5 ênfases da Carta de 1º João

A primeira carta de João é marcada por contrastes: luz e trevas, vida e morte, santo e pecador, amor e ódio, Cristo e anticristo. Nesta reflexão, destacarei 5 grandes ênfases dessa epístola:

1) Em primeiro lugar, ela é uma carta apologética. João combate com ousadia os falsos mestres e suas perniciosas heresias. Os hereges cometiam três erros básicos: doutrinário, moral e social. Eles negavam a realidade da pessoa teantrópica de Cristo, ou seja, sua natureza divino-humana. Negavam a necessidade de uma vida santa como prova do conhecimento de Deus e negavam a prática do amor como evidência da conversão.

João descreve com três expressões que chamam a atenção para a sua origem diabólica, sua influência perniciosa e eu falso ensino: eles são falsos profetas (4.1), enganadores (2 Jo 7) e anticristos (2.18). O estudioso Donald Guthrie tem razão quando diz que a heresia gnóstica, ao negar a humanidade de Cristo, atacava o próprio coração do cristianismo, porque se Cristo não se tornou homem e não morreu, então a expiação não foi feita e se ela não aconteceu, então estamos ainda debaixo da condenação do pecado.

2) Em segundo lugar, ela é uma carta de segurança espiritual. A expressão: “nós sabemos” é usada 13 x para dar segurança aos crentes. A epístola garante aos crentes que Deus enviou seu Filho ao mundo para salvar o homem, acentuando a doutrina da encarnação. As três grandes provas da vida, ou as três provas cardinais com as quais podemos julgar se possuímos ou não a vida eterna é: a teológica, se cremos que Jesus é o “Filho de Deus” (3.23; 5.6,10,13). A segunda prova é moral, se estamos praticando a justiça e guardando os mandamentos de Deus (1.5; 3.5). A terceira prova é social, se nos amamos uns aos outros. Desde que Deus é amor e todo amor vem de Deus, é claro que uma pessoa sem amor não conhece a Deus (4.7,8).

3) Em terceiro lugar, ela é uma carta que enfatiza a essência do próprio Deus. João nos diz duas coisas muito importantes acerca do ser de Deus. “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1.5). Deus é amor e por causa desse amor ele nos enviou seu Filho para nos redimir do pecado (4.7-10,16). Em outras palavras, Deus é luz e se revela; Deus é amor e se entrega a si mesmo. Deus é fonte de luz para a mente e a fonte de calor para o coração de seus filhos.

4) Em quarto lugar, ela é uma carta que enfatiza o Espírito vivendo dentro do crente. O Espírito é quem nos faz conscientes de que Deus permanece em nós (3.24) e habita em nós e nós habitamos nele (4.13)

5) Em quinto lugar, é uma carta que enfatiza tanto a divindade como a humanidade de Cristo. João combate os hereges gnósticos mostrando que Jesus é o Filho de Deus, o Messias prometido, o ungido de Deus (1.7;2.1,22; 3.8; 4.9,10,14,15). Os falsos profetas negavam que Jesus é o Cristo (2.22) e que ele é o Filho de Deus (2.23; 4.15).

Contrariando os ensinos gnósticos que proclamavam a matéria era essencialmente má, João mostra que Jesus veio em carne (1.1-3,5,8; 4.2,3,9,10,14) A mensagem de João está supremamente interessada na manifestação histórica, audível, visível e tangível do Eterno. João está atestando a sua mensagem com a sua experiência pessoal. Não se trata de “[…] fábulas engenhosamente inventadas” (2 Pe 1.16), mas de uma revelação histórica verificada pelos três sentidos superiores do homem: audição, visão e tato.

Nele, o Verbo Eterno

Pr Marcelo Oliveira

Bibliografia: Stott, John. I,II,III João. Introd. e Comentário. Ed. Vida Nova
Lopes, Augustus Nicodemos. 1º Carta de João. Ed. Cultura Cristã
Lopes, Hernandes Dias. 1,2,3 João. Editora Hagnos

Deus é Luz, o que isso significa?

Uma das grandes declarações da Bíblia é: Deus é luz (1 Jo 1.5). Deus é luz em sua autorrevelação ao homem. Deus é amor em sua obra de salvação redentora. A síntese do ensino de Jesus acerca de Deus é que Ele é luz. A luz ilumina, aquece, purifica e alastra. Ela traz conhecimento da verdade e resplandece nas trevas da ignorância. O que isto pode nos ensinar?

Primeiro, Deus é luz no sentido de que é da sua natureza revelar-se. Só conhecemos a Deus porque Ele se revelou. É de sua natureza revelar-se, assim como a propriedade da luz é brilhar. Dizer que Deus é luz significa que não há nenhuma coisa secreta, furtiva e encoberta ao seu redor. Deus quer que os homens o vejam e o conheçam.
Deus se revelou na criação, na consciência, nas Escrituras e em Jesus, o verbo encarnado. O conhecimento de Deus não é um privilégio apenas de um grupo seleto e iluminados pelos mistérios do gnosticismo, mas é franqueado a todos que contemplam seu Filho, a luz do mundo.

Segundo, Deus é luz no sentido de sua perfeição moral absoluta. Deus é santo e puro. Não há mácula em seu caráter. Ele é imaculado. Ele é puríssimo em seu ser, em suas palavras e em suas obras. Na há trevas que ocultam algum mal secreto em Deus nem sombra de alguma coisa que tema essa luz. O apóstolo João diz que não há Nele treva alguma.

Terceiro, Deus é luz no sentido de que nada pode ficar oculto aos seus olhos. Deus é luz e habita em luz inacessível (1 Tm 6.16). A luz penetra nas trevas e as trevas não podem prevalecer contra ela. Deus é onisciente e para Ele luz e trevas são a mesma coisa. Ele a tudo vê, a todos sonda e nada escapa do seu conhecimento. A luz penetra nas trevas e as dissipa. É impossível esconder-se de Deus, seja nos confins da terra, seja nas profundezas do mar.

Quarto, Deus é luz no sentido de que não há Nele treva nenhuma. Nos escritos de João, trevas têm uma conotação moral. Trata-se da vida sem Cristo (Jo 8.12). As trevas e a luz são inimigas irreconciliáveis (Jo 1.5). As trevas expressam a ignorância da vida à parte de Cristo (Jo 12.35,46). As trevas significam a imoralidade da vida sem Cristo (Jo 3.19). As trevas apontam para o desamor e o ódio (I Jo 2.9-11). Aquele que é puro em seu ser e santo em suas obras não pode tolerar as trevas nem ter comunhão com aqueles que vivem nas trevas.

Portanto saia das trevas, e venha para a Luz, que é Jesus!

Nele, que disse ser a Luz do mundo e nos convida a seguirmos seus passos

Pr Marcelo Oliveira

A Bíblia e os grandes monstros marinhos

Você já deve ter feito a seguinte pergunta: Quem foi que criou os monstros marinhos? De onde eles vieram? Eles de fato existiram?


Esses grandes monstros marinhos, crocodilos, serpentes eram animais mitológicos que os antigos pensavam habitar o mar, e simbolizavam o mal?

Quanto mais estudo as Escrituras, mais “descubro” suas riquezas e preciosidades. Estas criaturas mencionadas acima são mencionadas em muitas passagens do Antigo Testamento. Estudiosos como John Grammie dividem-se entre a opinião de que o autor do livro de Jó entendia que as criaturas descritas em seu livro (Jó 40.15-32; 41.1-43) eram monstros míticos e a de que eram animas naturais. Outros como Nicolas Kiessling disse: “os mais temíveis dragões do Antigo Testamento, tanin, leviatã, raabe, são horríveis, mas vagas encarnações do mal, oponentes de Deus e do homem. Eles habitam as profundezas dos mares e são com freqüência empregados como metáforas oportunas de reis pagãos hostis aos filhos de Israel”.


A palavra hebraica ?????????? (tâninim) ocorre 15 vezes no Antigo Testamento, referindo-se a diferentes tipos de criaturas: um monstro marinho que Deus destruiu ou destruirá (Sl. 74.13; Is. 27.1; 51.9); monstros marinhos em geral (Gn 1.21; Jó 7.12; Sl 148.7); uma metáfora da Babilônia (Jr 51.34) ou do Egito (Ez. 29.3; 32.3) como inimigo de Israel; e serpentes (Ex 7.9,10,12; Sl 91.13). Leviatã (Jó 3.8; 41.1; Sl 74.14; 104.26; Is 27.1) e “raabe” (Jó 9.13; 26.12; Sl 87.4; 89.10) são usados no Antigo Testamento como paralelos de “tanin”.

Em Gênesis 1.21 diz que Deus criou os monstros marinhos, tâninim significa que Deus criou e controla tudo o que há no universo, mesmo o que os outros povos consideravam símbolos do mal. As pessoas nada a tinham a temer no mundo. Deus possui os poderes do mal em suas mãos. Ele os fez e lhes deu nome. Dois outros aspectos dessa passagem são significativas: (1) o verbo hebraico ?????? (bara’), “criou”, é empregado só na segunda parte do capítulo 1 de Gênesis. A razão provável é que a vida animal fosse considerada um degrau acima do restante da criação até aquele momento. (2) a palavra ?????? ( barekh) “benção” é usada pela primeira vez nesse capítulo (Gn 1.22).

Westermann observou que a “benção” aqui inclui o poder de propagar a espécie. Este é o significado básico da palavra benção: o poder de ser fértil. É evidente que a vida do ser vivente, seja do homem, seja do animal, inclui a capacidade de propagação. Sem isso não seria uma vida real.
O sexto dia da criação (Gn 1.24-31) testemunha a criação dos animais terrestres e dos homens com uma diferença notável na descrição da origem dos dois. Os animais terrestres vêm da terra: “produzam a terra…” (v. 24). Mas o homem é objeto íntimo e direto da obra criadora de Deus: “Façamos o homem à nossa imagem” (v. 26).
A palavra “criar”, ?????? (bara’), ocorre três vezes no versículo 27 para deixar claro que o ponto culminante e alvo da criação divina é atingido na criação dos seres humanos. As pessoas e os animais foram criados no mesmo dia e ambos são chamados distintamente “nephesh hayâ,” – “seres viventes”. Cada um possui a capacidade de propagação da espécie. Ainda assim, os homens destacam-se como seres ímpares, feitos à imagem de Deus. Eles recebem domínio sobre todos os outros seres criados.

Nele, o Criador por Excelência

Pr Marcelo de Oliveira

Bibliografia: Smith, Ralph. Teologia do A.T. Edições Vida Nova 2007

Um apelo aos pastores


“Pastoreiem o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente, não por torpe ganância, mas de boa vontade” (1 Pe 5.2)

O pastoreio como metáfora para liderança é uma expressão recorrente nas Escrituras. Javé é o pastor de Israel. Líderes políticos também receberam esse mesmo título, mas foram rejeitados porque permitiam que suas ovelhas se dispersassem (Ez 34). Jesus tomou sobre si a função de Bom Pastor, aquele que conhece, conduz, chama, ama, alimenta suas ovelhas e dá a vida por elas.

É comovente a maneira com que Pedro se dirige aos líderes da igreja. Ele faz um apelo para que eles pastoreiem o rebanho de Deus, no entanto, esse era o seu ministério (“cuide das minhas ovelhas” [Jo 21.18]) quando o Senhor o chamou pela segunda vez, à beira do lago da Galiléia. É provável que Pedro estivesse pensando nisso quando fez o apelo para que os líderes da igreja pastoreassem o rebanho de Deus. Seu apelo inclui três antíteses:

Em primeiro lugar, os pastores devem ter um espírito voluntário.

Devem servir “não por obrigação, mas de livre vontade, como Deus quer” (1 Pe 5.2). A simples idéia de servir a Deus por obrigação é grotesca.

Em segundo lugar, a motivação deles deve ser livre de qualquer interesse.

“Não façam isso por ganância, mas com o desejo de servir” (v. 2). No entanto, ao longo da história, têm surgido muitos interesseiros tentando ganhar dinheiro com o ministério. No mundo antigo, havia um grande número de impostores que ganhavam a vida se fazendo passar por mestres itinerantes. Paulo, entretanto, abriu mão de seu direito de receber ajuda (ex: a igreja de Corinto) e trabalhou para se sustentar, demonstrando assim que a sua motivação era sincera. Infelizmente, ainda vemos muitos evangelistas (?) mal intencionados buscando enriquecer por meio de apelos financeiros.

Em terceiro lugar, a conduta dos pastores deve ser humilde. “Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho” (v. 3). Será que os pastores nunca leram este texto das Escrituras? Deus nunca nos deu uma procuração transferindo a igreja para nós. A igreja é Dele! Nós não somos donos de nada! Infelizmente, existem nos nossos meios verdadeiros coronéis da fé, caciques espirituais, que são chefes de tribos, e não pastores de ovelhas!

Jesus advertiu seus discípulos claramente sobre isso. “Os governantes das nações as dominam”, ele disse, e “exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês” (Mc 10.42,43). Ao contrário, os líderes cristãos devem exercer seu ministério com humildade. Eles devem liderar não pela força, mas pelo exemplo.

Ó Deus conceda-nos pastores segundo o teu coração (Jr 3.15)!

Pr Marcelo

Tradição e Inovação

Define-se tradição como: transmissão oral de lendas ou narrativas; transmissão de valores espirituais de geração em geração; conhecimento ou prática proveniente de transmissão oral ou de hábitos inveterados; recordação; memória; costume, uso. A inovação pode ser entendida como: novidade; reforma; modernização; atualização.

“Tradição” e “inovação” não se excluem. Na verdade, são conceitos que se completam. A verdadeira tradição não fica inerte e estagnada no tempo, pelo contrário, ela é ativa e dinâmica. A verdadeira inovação, por sua vez, não nega a tradição; ao invés disso, reconhece sua importância e valor.

O extremo da tradição é o tradicionalismo. O extremo da inovação é o inovacionismo. Como todo extremo, ambos são perigosos. Alguém disse acertadamente que “tradição é a fé viva dos que já morreram; tradicionalismo é a fé morta dos que ainda vivem”. O inovacionismo é perigoso por negar o rico valor da tradição. Compromete-se imensuravelmente o futuro quando se abdica dos valores do passado.

Grandes gênios da humanidade confessaram a dependência deles de seus antecessores. No século XVI, por exemplo, Nicolau Copérnico questionou o dogma vigente de que a terra era o centro do universo, transferindo para o sol esse papel. Não viveu para ver sua ideia triunfar, mas Kepler e Galileu fariam isso por ele, a partir dos pressupostos científicos de Copérnico.

Isaac Newton, no fim da vida, declarou: “Se consegui chegar até onde estou foi porque me alcei sobre os ombros de gigantes”. De fato, o trabalho de Galileu foi fundamental para Newton no campo da mecânica; e, associado às leis dos movimentos dos corpos celestes, de Kepler, permitiu-lhe estabelecer a lei da gravitação universal. Foi reformulando a mecânica de Galileu-Newton, e apoiando-se em trabalhos anteriores, que Albert Einstein criou a Teoria da Relatividade. João Calvino, o teólogo da Reforma, citou constantemente Santo Agostinho e outros clássicos em seus escritos.

Esses homens estiveram à frente de seu tempo porque souberam dar valor ao passado. O verdadeiro inovador é aquele que segue em frente sem jamais deixar de “olhar” para trás.Sem história não existe inovação saudável. Sem tradição não existe inovação que valha a pena.

Rev. Josivaldo de França Pereira

Um Desafio: Julio Severo

Shalom!

Amados internautas e prezados leitores deste blog, escrevo estas linhas para lhes solicitarem algo especial para a vida de um amado irmão.

Julio Severo, tem sido um profeta em nossa geração. Odiado por muitos, amado por alguns, escolhido por Deus, agraciado com uma coragem incomum, tem trabalho de forma brilhante defendendo os valores cristãos da família, denunciando injustiças na atual sociedade, e como profeta denunciando esquemas de corrupção em vários segmentos da sociedade.

Antes de mesmo ter este blog, eu já acompanhava o ministério deste homem de Deus, como grande orientador da família, da vida e de um mundo que urgentemente deve se voltar para o Senhor e Salvador de nossas vidas.

Decidi fazer este “apelo” após buscar a Deus em oração pela vida do nosso amado irmão Júlio. Quero deixar bem claro, que o Júlio (NUNCA) me pediu nada! Absolutamente NADA! Orando ao Eterno, Deus colocou em meu coração que fizesse este apelo para todos aqueles que de uma forma ou outra tem sido abençoados [as] pelo ministério deste homem de Deus, cooperassem como o Júlio, sua família e o ministério que Deus lhe outorgou.

Quero convidar 100 pessoas a contribuir com apenas R$ 10,00 para a vida e o ministério do nosso irmão Julio Severo. Não estou fazendo numerologia, nem teologia das sementes, ou algo parecido. É o Grande Deus que verá a sua atitude e seu coração generoso, e Ele cuidará que nada falte para você. Falo isto com a consciência tranquila diante Daquele que sonda nossos pensamentos e corações.

Tenho a certeza que muitas vidas serão tocadas. Somente neste blog há mais de 1250 seguidores, fora as muitas visitas que tenho por dia. Portanto, meus irmãos, está lançado este singelo desafio.

“A alma generosa prosperará; o que regar também será regado” Pv 11.25

“[…] Mais bem aventurada coisa é dar do que receber” At 20.35

“Em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e a sua profunda pobreza transbordou em riquezas da sua generosidade” 2 Co 8.2

“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra” 2 Co 9.8

Deposite:

BANCO ITAÚ

AG: 5649
C/C: 02399-0

NOME: Julio Severo

Nele, em cuja presença falo e agradecendo o carinho de todos

Pr Marcello Oliveira

P.s>>> Por especial gentileza, atenda este chamado! Mobilize outras vidas a contribuírem para a glória de Deus. Caso vc não disponha deste valor, coloque o que Deus propor em seu coração. Sei que há vidas que podem ofertar muito, muito mais do que os R$ 10,00.

Ao realizar o depósito me comunique no e-mail:

Mi Zot ? Quem é esta ?

O texto hebraico de Cantares 8:5 diz: “Mi zot olah min-há-midebar mitêrapéket al-Doda”? Quem é esta que sobe do deserto apoiada (encostada) ao seu amado? O texto diz que a pessoa sobe do deserto. Deserto lembra sequidão, desolação, solidão, esterilidade, lugar não habitável, lugar de provas, de muitos desafios.

Grandes acontecimentos de Deus ocorreram no deserto como lembra o Profeta Oséias – o amor de Deus para com Israel tornou-se expressivo no deserto: “Eu te conheci no deserto, em terra muito seca” (Oséias 13:5). Moisés estava no seu labor diário levando o rebanho de ovelhas para o lado ocidental do deserto (Êxodo 3:1) e, junto ao Horebe, Montanha de Deus, teve uma experiência marcante com o Grande EU SOU (Êhiê Ashér Êhiê), verso 14. Foi no deserto que Moisés também visualizou “Éretz Zavat Halav U-Dvash”, a Terra que jorra leite e mel, verso 08.

Adoração e louvores ocorreram no deserto (Sinai) como no caso de Débora, a profetisa: “Eu mesma cantarei ao Senhor; salmodiarei ao Senhor, Deus de Israel (Juízes 5:3-5)”. E para não alongar muito, basta lembrar a declaração de Moisés diante de Faraó: “O Senhor, o Deus dos hebreus, me enviou a ti para te dizer: Deixa ir o meu povo, para que me sirva no deserto” (Êxodo 7:16).

Deserto pode tornar-se bênção para os que servem a Deus. Um exemplo marcante está relacionado a Josué: Só após longos anos de treinamento no deserto, estava apto por Deus para conduzir o povo de Israel à Terra Prometida (Josué 1:2). Constantemente ouvimos: “Estou passando por um deserto” ou “o deserto está estreito”. No plano de Deus há bênção em tudo isso. A propósito, diz o Salmo 84:6“O qual passando pelo vale de Baca (émek BaHá, vale árido) faz dele uma fonte”.

Mas, ‘Mi Zot’? Quem é esta ? – que vem subindo do deserto apoiada ao seu amado? Trata-se da jovem Sulamita, a esposa do amado. Alegoricamente, é figura da Igreja, a noiva, a esposa do Cordeiro. O amor verdadeiro sustenta e conforta sempre. A idéia de encostar-se, apoiar-se proporciona segurança, descanso e amparo. Mesmo no deserto das dificuldades e provações, podemos encostar-nos ou apoiar-nos no Amado dizendo: “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu” (Aní lê-dodi, vê-Dodi li), Cantares 6:3.

Numa reunião de oração, um africano, depois de pedir bênçãos a Deus e agradecer por outras, acrescentou: “E, ó Senhor, põe estacas em nós! Sim; põe estacas em todas as nossas necessidades de encostar”! Ora, curiosamente o termo hebraico ‘encostada no amado’, o verbo encostar é ‘lerapék’- apoiar, encostar, dar uma cotovelada ( Rivka). O texto de Zacarias 10:4 diz: Dele é a estaca (heb. ‘iater’ – estaca, base, fundamento, apoio). A estaca é ponto de apoio como certamente o africano teria experiência de escorar planta pequena ou grande na lavoura ou situação outra.

Devemos ter a consciência de que podemos apoiar-nos em Deus em todas as circunstâncias da nossa vida e, na intimidade com o Senhor, dar até uma “cotoveladinha” no Amado solicitando algum livramento, a exemplo do Salmo 38:22; e firmando bem as nossas estacas como cita o profeta Isaías (cap. 54:2-b), crendo sempre que o Senhor é poderoso para nos proporcionar um banquete até mesmo no deserto (Salmo 78:19).

Dr. Agnaldo Sacramento

Você sabe o que é Tautologia?

Recebi essa preciosa informação do meu ilustre amigo João Guimarães, ilustre revisor das maiores editoras do nosso país e jornalista há mais de 40 anos. Convido você a mergulhar na riqueza da língua portuguesa e aprendemos com o preclaro Prof. Pasquale Neto

Tautologia: é o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso ‘subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’. Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

OBS: as palavras entre os parênteses são as palavras desnecessárias.

– elo (de ligação)

– acabamento ( final )

– certeza ( absoluta )

– quantia ( exacta )

– nos dias 8, 9 e 10, ( inclusive )

– juntamente ( com )

( expressamente) proibido

– em duas metades ( iguais )

– sintomas (indicativos )

– há anos ( atrás )

– vereador ( da cidade )

(outra ) alternativa

– detalhes ( minuciosos )

– a razão é ( porque )

– anexo ( junto ) à carta

– de sua ( livre ) escolha

– superávit ( positivo )

( todos ) foram unânimes

– conviver ( junto )

– facto ( real )

– encarar ( de frente )

– multidão ( de pessoas )

– amanhecer ( o dia )

– criação ( nova )

– retornar ( de novo )

– empréstimo ( temporário )

– surpresa ( inesper
ada )

– escolha ( opcional )

Note que todas essas repetições são dispensáveis. Por exemplo, ‘surpresa inesperada’. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não. Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.

Prof.. Pasquale Neto

No popular se diz: ‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro’

Correto: ‘Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro’

EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

Outro que no popular todo mundo erra:

‘Quem tem boca vai a Roma.’

O correto é: ‘Quem tem boca VAIA Roma.’ (isso mesmo, do verbo vaiar).

Vai dizer que você falava corretamente algum desses?

P.s>>> Reprodução permitida desde que citada a fonte com o link e o nome do autor: Prof. Pasquale Neto.

Por que seminaristas costumam perder a fé durante os estudos teológicos? [1]

Não quero dizer que acontece com todos, mas acontece com muitos. Conheço vários casos, inclusive próximos a mim, de jovens cristãos fervorosos, dedicados, crentes, compromissados com Deus, que gostavam de orar e ler a Bíblia, que evangelizavam em tempo e fora de tempo, e depois de entrar no seminário ou faculdade de teologia esfriaram na fé, tornaram-se confusos, críticos, incertos e até cínicos.

E isso pode acontecer até mesmo em seminários cujos professores são conservadores, que acreditam na Bíblia de capa a capa.

Vejamos alguns fatores que colaboram para que os seminaristas percam a fé:

1) Precocidade e ausência de vocação

Acho que tudo começa quando as denominações mandam para os seminários e faculdades de teologia jovens que não têm absolutamente a menor condição de serem pastores, professores, obreiros e pregadores. Muitos são enviados sem qualquer preparo intelectual, espiritual e emocional. Alguns mal fizeram 17 anos e foram enviados simplesmente porque eram líderes destacados dos adolescentes de sua igreja, líderes do grupo de louvor ou filhos de pessoas influentes da igreja.

Não é sem razão que Paulo orienta que o líder não pode ser neófito, isto é, novo na fé (1 Tm 3.6). Eles não têm a menor estrutura intelectual, bíblica e emocional para interagir criticamente com os livros dos liberais e com os professores liberais que vão encontrar aos montes em algumas instituições para onde serão mandados. Não estarão inoculados preventivamente contra o veneno que professores liberais costumam destilar em sala de aula.

2) Docentes frios espiritualmente

Acho também que a culpa é das denominações que mantêm professores liberais ou conservadores frios espiritualmente nas cátedras de suas escolas de teologia. O que um professor que não acredita em Deus, nem que a Bíblia é a Palavra de Deus, não ora, tem para ensinar a jovens que estão na sala de aula para aprender mais de Deus e de sua Palavra?

Há seminários e escolas de teologia que mantêm no corpo docente professores que nem vão mais a uma igreja local, que usam o título de pastor apenas para ocupar uma vaga na cátedra dos seminários. Nunca levaram ninguém a Cristo nem estão interessados nisso. Não tem vida de oração, de piedade. Que exemplo eles poderão dar aos jovens que estão ali, desejosos de ter modelos e exemplos para começar seus próprios ministérios?

3) Docentes descompromissados

Alguns desses professores têm como alvo pessoal destruir a fé de todos os seus estudantes antes mesmo que terminem o primeiro ano de estudos. Começam desconstruindo o conceito que a Bíblia é infalível e inspirada Palavra de Deus. Com grandes demonstrações de sapiência e erudição, mostram os erros da Bíblia e o engano da Igreja cristã, influenciada pela filosofia grega, em elaborar doutrinas como a Trindade, a Divindade de Cristo, a Expiação. Mesmo sem usar linguagem direta (alguns usam), lançam dúvidas sobre a ressurreição literal de Cristo de entre os mortos. A pá de cal na sepultura da fé desses meninos é a vida desses professores.

Além de não terem vida devocional alguma, alguns deles ensinam seus pobres alunos a beber, fumar e freqüentar baladas e outros locais.

Nota [1] Artigo extraído da excelente Revista Apologética Cristã e adaptado para os leitores do blog. O presente artigo foi escrito pelo Rev. Augustus Nicodemos Lopes.

Assine agora mesmo!

Indicando uma Excelente Revista!

Shalom!

Quero recomendar a todos os internautas e os nobres leitores [as] deste blog a excelente revista: Apologética.

Uma revista com excelentes artigos, muito bem editorada e uma ótima ferramenta de conhecimento bíblico!

Além disso, esta revista conseguiu agregar colunistas de alto nível teólogico, cultural e histórico. Você encontrará nomes como:

Augustus Nicodemos Lopes (Mestre em N.T, Ph.D em Interpretação Bíblica, Chanceler da Universidade Mackenzie)

Russell Phillip Shedd (Mestre em Teologia, Ph.D em NT, escritor, pastor e missionário no Brasil)

Normam Geisler (ThM em Teologia e Ph.D em Filosofia, considerado um dos maiores apologistas cristãos da atualidade)

Natanael Rinaldi (Teólogo, Advogado, Escritor e pioneiro da apologética cristã no Brasil)

Prezados, sinceramente juntar estes nomes numa revista é uma honra e uma grande vitória para todos nós. Alem destes nomes, podemos citar: Jefferson Magno Costa, Paulo Sérgio Batista e este editor do blog: Marcelo de Oliveira. Sem dúvida, é uma honra para mim escrever com estes biblistas de caráter ilibado e de referência em teologia no nosso país e no mundo.

Todos vocês podem assinar esta excelente revista! Não perca a oportunidade! Entrando em contato com o telefone e e-mail abaixo, dizendo que você viu a chamada neste blog, e confirmando sua assinatura, você ganhará um brinde!

Contatos para a assinatura da Revista Apologética:

(011) 2384-2300

Nele, Pr Marcelo