Pr Walter Brunelli lançará Teologia Sistemática Pentecostal

SHALOM! É com grande alegria que comunico os nobres leitores deste blog, que meu amigo Pr. Walter Brunelli,  lançará uma Teologia para Pentecostais, (Uma Teologia Sistemática e Expandida).  Uma obra que vem Leia Mais »

Pérolas da carta de Paulo à Filemon

A carta de Paulo a Filemon é a mais breve entre as cartas que formam a coletânea paulina e consiste apenas em 335 palavras no grego original. É pequeno no tamanho e Leia Mais »

Onesíforo, um bálsamo na vida de Paulo

Paulo havia exortado Timóteo a guardar o evangelho, pois diante da perseguição, muitos cristãos abandonariam o evangelho. Ao longo de 2º Timóteo, Paulo encoraja Timóteo a não se envergonhar do evangelho nesse Leia Mais »

Uma curiosidade inédita sobre Jonas

Para compreendermos o significado dos acontecimentos do livro de Jonas capítulo 3 é necessário saber que os ninivitas adoravam o deus-peixe, Dagom, parte humano e parte peixe. Eles acreditavam que ele tinha Leia Mais »

Afinal, quem é o cavaleiro branco de Apocalipse 6?

A adoração descrita em Apocalipse 4 e 5 é um preparativo para a ira descrita em Apocalipse 6 a 19. Pode parecer estranho adoração e julgamento andarem juntos, mas isso se deve Leia Mais »

O anjo forte de Apocalipse 10, é o Cristo ?

Há mais de 60 referências aos anjos no livro do Apocalipse. Eles são o exército de Deus enviado para realizar seu propósito na terra. Raramente pensamos neles como espíritos ministradores em nosso favor (Hb 1.14), mas um dia no céu iremos aprender tudo o que eles fizeram por nós.

Os anjos são valorosos em poder (Sl 103.20), mas há anjos mais poderosos que outros. Aqui temos um anjo forte e sua descrição tem grandes semelhanças com o próprio Deus e com o Cordeiro.

Alguns estudiosos entendem que esse anjo forte seja uma descrição do próprio Cristo glorificado, conforme Ele se apresentou a João no capítulo 1 de Apocalipse. Outros, entretanto, crêem que ele seja um anjo que vem direto da presença de Deus e do Cordeiro ressurreto.

semelhanças estreitas entre esse anjo e o próprio Cristo. Contudo, no Apocalipse, anjos são sempre anjos; Cristo nunca é chamado de anjo. Esse anjo não recebe adoração. O apocalipse nunca confunde o Senhor que está assentado no trono com os Seus emissários que descem à terra.

Algumas características que o texto nos fala desse anjo:

1) Em primeiro lugar, esse anjo desce do céu envolto em nuvem (Ap 10.1). Deus é geralmente identificado com nuvens. Deus conduziu o povo de Israel através de uma nuvem luminosa (Ex 16.10). Deus faz das nuvens a Sua carruagem (Sl 104.3). Uma nuvem recebeu a Jesus quando Ele foi assunto ao céu (At 1.9) e quando voltar, Ele virá entre as nuvens (Ap 1.7). Aqui temos uma operação da santidade de Deus simbolizada pelo rosto do anjo, do juízo indicado pela nuvem (Sf 1.15) e da misericórdia e fidelidade ao Seu pacto com Seu povo expressado pelo arco celeste.

2) Em segundo lugar, esse anjo tem um arco celeste por cima de sua cabeça (Ap 10.1). O arco celeste aparece ao redor do trono de Deus (Ap 4.3). Fala que o trono de Deus é um trono de misericórdia, antes de ser um trono de juízo. Deus se lembra da Sua misericórdia na Sua ira. O arco celeste é o símbolo da aliança de Deus.

3) Em terceiro lugar, esse anjo tem o rosto como o sol (Ap 10.1). Esta é a mesma descrição de Jesus Cristo dada no início (Ap 1.16). Quando Jesus apareceu em glória na transfiguração, Seu rosto brilhava como o sol. Ninguém podia olhar no rosto Dele.

4) Em quarto lugar, esse anjo tem as pernas como colunas de fogo (Ap 10.1). Esta descrição é semelhante à que descreve o Cristo glorificado em Apocalipse 1.15. Onde Ele pisa queima e purifica.

5) Em quinto lugar, esse anjo tem o pé direito sobre o mar e o esquerdo sobre a terra (Ap 10.2). Deus manifesta Sua reivindicação de propriedade sobre o mundo inteiro, pois foi Ele quem o criou (Ap 10.6). Nas seis primeiras trombetas apenas parte da criação era o alvo. Agora está em jogo toda a criação. Isto descreve que Ele exerce poder em todo o mundo e Sua Palavra é para o mundo inteiro.

6) Em sexto lugar, esse anjo tem voz como de leão (Ap 10.3). A voz de leão é a voz do juiz que se aproxima. A plenitude do juízo se aproxima. Esta descrição é semelhante àquela dada a Jesus Cristo em Ap 5.5. A voz de Deus é semelhante ao rugido do leão (Am 3.8). O leão é o rei dos animais. Quando ele ruge não tem animal que pie. Todos se silenciam. Quando Cristo bradar, todos vão ouvir sua voz. Quando Cristo bradar os sete trovões, todos os trovões, a artilharia do céu, estarão prontos a agir.

7) Em sétimo lugar, esse anjo, ao falar, se ouvem sete trovões (Ap 10.3-4). Não nos é informado porque João agora não nos pode escrever sobre o conteúdo dos sete trovões. Esses trovões são semelhantes à voz poderosa de Deus que é como o trovão (Sl 29.3). Esse número precisaria ser sete, visto que há em torno do trono de Deus sete espíritos, sete tochas, sete chifres e sete olhos. Esses trovões estão dirigidos aos inimigos de Deus. O contexto nos ajuda a entender que sempre que a palavra “trovões” aparece em Apocalipse é para falar de um aviso de iminentes manifestações da ira de Deus (Ap 8.5; 11.19; 16.18).

Nele, o Alfa e o Ômega

Pr Marcelo Oliveira

Bibliografia: Wiersbe, Warren. Comentário Expositivo. Geográfica Editora
Lopes, Hernandes Dias. Apocalipse. Ed. Hagnos
Hendriksen, William. Mais que vencedores. Ed. Cultura Cristã

O esplendor de Ezequiel 20

Sempre sou indagado sobre qual a melhor versão da Bíblia envolvendo, naturalmente, o hebraico do Antigo Testamento e o grego do Novo. Digo, num primeiro momento, em tom de humor, que o melhor mesmo é procurar ler o texto original. Sem, no entanto, ter o domínio ou uma boa noção de hebraico e de grego, o ideal é que a pessoa leia o versículo ou o texto em várias versões.


Os primeiros versículos do capítulo 20 de Ezequiel mostram a elite de anciãos de Israel que vivia na idolatria (avodá zará), em fracassos moral e espiritual, querendo consultar o Senhor, por intermédio do Profeta, sobre as circunstâncias, obviamente punitivas, que pairavam sobre Israel como Nação.

Pela boca do profeta, Deus faz sucinto relatório testemunhando seu amor e honra por Israel, como está no verso cinco: Assim diz o Senhor Jeová: “no dia em que escolhi a Israel, levantei a mão para a descendência da casa de Jacó, e me dei a conhecer a eles na terra do Egito, e levantei a mão para eles, dizendo: Eu sou o Senhor, vosso Deus”. No verso seis, Deus prossegue falando do seu empenho em tirar o povo de Israel da escravidão egípcia e levá-lo para uma terra especial, abençoada, fértil, que jorrava leite e mel (Éretz zavat halav U-dvash), a melhor de todas as terras!

No versículo 6, parte “b” (in fine), apresenta-se a problemática das traduções da Bíblia quando o texto original diz: “Érets zavat halav u-dvash (tsvi hi lê-Holl há-aratssot)”. ????? ????? ???????? ????? ???? ??????????????????

A palavra não devidamente identificada em hebraico é “tsvi”. Ao se fazer uma pesquisa nas diversas versões brasileiras sobre esse vocábulo, tem-se, primeiramente, a tradução mais citada: “Ela é a coroa de toda a terra”! A segunda delas diz: “Ela é a glória de todas as terras” (Bíblia Hebraica da Sêfer, bem como diversos Comentários Bíblicos)!

A palavra “tisvi” (?????), no hebraico, nos bons dicionários de Rivka, Zack, Gesenius, significa ‘esplendor’, ‘beleza’, ‘magnificência’ e nunca tem o sentido de “coroa”! (coroa em hebraico: Atarat, Atéret (Apoc. 2:10). A propósito, um dos nomes de Israel é “Érets há-tsivi”, Terra Bela!

Ao pé da letra, Israel é o esplendor, a beleza, a magnificência de todos as terras (Nações)! Essa é a tradução correta! (obs.: Érets – Terra no singular; Aratssót (twura), Terras no plural).

No momento, estou com 11 (onze) Bíblias abertas, envolvendo também a “Septuaginta Grega”. Curiosamente, a Septuaginta, elaborada por 70 sábios judeus, conhecedores do hebraico e do grego, de maneira linda e poética, estando o vocábulo “tsvi” após a declaração “Éretz zavata halav u-dvash”, terra que jorra leite e mel, os 70 traduziram o termo “tisvi” pela palavra grega “kerión” (‘Favo de Mel’) e assim é a versão:

“Israel é o favo de mel de todas as terras”! A versão “Bíblia Sacra Vulgata”, popularmente, a ‘Vulgata Latina’, diz: … “lacte et melle quae est egregia inter omnes terras” – usa o termo “egregia”(egregius) e pode-se traduzir como a virtude, a excelência entre todas as terras.

A versão francesa (La Sainte Bible, Louis Segond) diz: “le plus beau de tous les pays”, ‘(Israel) o mais belo de todos os países’. A versão espanhola (Reina-Valera 1995) “… y es la más hermosa de todas las tierras” -, ‘e é a mais formosa de todas as terras’.

A Bíblia de Jerusalém diz: “a mais bela entre todas as nações”. A versão amplificada diz: (a land) ”which is an ornament and a glory to all lands” – “… um ornamento e uma glória para todas as nações”. A versão alemã (Die Heilige Schrift) usa, para o vocábulo hebraico “tisvi” a palavra Zierde (zíerd), com o sentido de enfeite, adorno e ornamento.

Percebe-se, claramente, em Ezequiel 20:6-b, que não sendo possível a tradução direta do hebraico, o olhar para diversas versões, quer em português, espanhol, francês, latim, alemão quer em inglês, traz mais luz sobre o melhor sentido da palavra, versículo ou texto. O expositor de Bíblia deve ser cauteloso quando disser que no original é “assim ou assado”, baseando-se em “comentários”! Sabiamente, já recomendava Charles Finney: “Guardai-vos de depender de comentários”! Leia cada texto e julgue-o à luz do Espírito Santo

Dr. Agnaldo Sacramento.

Dois momentos do “Lembrar” de Deus

Deparamo-nos sempre com a declaração bíblica de que “Deus se lembrou” de algum compromisso da sua parte. Assim, vêm, à tona, declarações como as que se seguem: “lembrou-se Deus de Noé” (Gênesis 8:1), “me lembrarei do meu concerto” (Gênesis 9:15), “Deus se lembrou de Abraão” (Gênesis 19:29), “lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó” (Êxodo 2:24). E, em outro sentido, “e dos teus pecados não me lembro” (Isaías 43:25).

Dentro de um contexto meramente humano, vem a curiosidade de saber como é realmente o “lembrar” de Deus? Em que tempo ou momento ocorre ou pode acontecer o “lembrar” de Deus?

O primeiro momento do “lembrar” de Deus é quando Ele se desperta para agir, para fazer alguma coisa como na primeira lembrança citada em relação a Noé, embora Ele o faça de uma maneira peculiar que o nosso espírito humano não entende.

A Bíblia diz, em Gênesis, que Noé achou graça aos olhos de Deus, era um varão justo e reto e andava com Deus (Gen. 6:8-9). Deus faz aliança com ele (Gen. 6:18) e o manda construir uma arca, uma barca gigantesca para abrigar cerca de sete mil tipos de animais e lhe ordena: “Entra tu e toda a tua casa na arca” (Gen 7:1). Em seguida, vem muita chuva e “as águas prevaleceram excessivamente sobre a terra 150 dias” (Gen. 7:19 e 24 ).

De modo surpreendente, Deus se apresenta no relato de Gênesis: “E lembrou-se Deus de Noé, e de todo animal; e fez passar um vento sobre a terra” ( Gn 8.1). Assim é que, depois que a arca pousou “sobre os montes de Ararate” (v.4), “ao cabo de 40 dias, abriu Noé a janela da arca” (v.6). Tem-se, aí, o acréscimo de um mês e mais 10 dias! No verso 7, solta um corvo (heb, ’orev’), “que saiu, indo e voltando”… “Depois, soltou uma pomba” (heb. ‘ionah’) e a pomba voltou” (vs.8-9). O verso dez diz: “E esperou ainda outros sete dias e tornou a enviar a pomba”. Finalmente, vem a esperança de “uma folha de oliveira no bico”! O verso 12 relata novamente: “esperou ainda outros sete dias e enviou fora a pomba, mas não tornou mais a ele”.

Na verdade, Deus só se comunicou mesmo com Noé, depois desse período, como está no verso 17: – hebraico: ‘Va-iadaber Eloim él-NoáHR lemór’ ( “E falou Deus a Noé, dizendo”).
Entre as muitas lições, Noé foi treinado para depender unicamente de Deus e para confiar inteiramente n’Ele. É a fé que fica firme “como vendo o invisível” (Hebreus 11: 27-b).

Temos de entender que o tempo de Deus é diferente do nosso. Ele não se atrasa nem se apressa, mas age no tempo certo que também se torna certo para nós!
No desenrolar do “lembrar” de Deus, vem forte treinamento de fé para todos: o saber esperar.

O segundo momento do “lembrar” de Deus está na compreensão do “seu não lembrar”. É maravilhoso pensar na capacidade ou faculdade que Deus tem de se esquecer dos nossos pecados confessados e nunca trazê-los à tona, sob hipótese alguma, e afirmar peremptoriamente: “Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro” (Isaías 43:25).

É muito forte, impactante e consoladora a declaração de Deus: “Eu apago as tuas transgressões por amor de mim”. Sim, Deus coloca sua própria honra, glória e pessoa a nosso favor e ‘deleta’ cada pecado confessado e purificado no precioso sangue do Seu Filho (I João 1:7 e 9), em quem sua alma se compraz! Deus, na sua misericórdia eterna (Salmo 25:6), tem a capacidade de “subjugar as nossas iniqüidades e lançar todos os nossos pecados nas profundezas do mar” (Miquéias 7:19).

Dr. Agnaldo Sacramento

Afinal, Deus se arrepende ou não?

Gênesis 6.6: “Então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração”

Números 23:19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá”?

Ao nos depararmos com os dois textos supracitados, ficamos com uma dúvida: Deus se arrepende, ou não? O texto de Gênesis 6.6 nos mostra que Deus se arrependeu. Já o texto de Números 23.19, diz que Deus não se arrepende. E agora, prezado leitor?

Esta questão é resolvida quando atentamos para o original. O verbo usado para o “arrependimento” de Deus é : ??????Lenahêm, dando a idéia de “pesar o coração”.

Já o verbo usado para o homem é ????Lashúv, significa voltar, arrepender-se. É o equivalente a palavra grega no Novo Testamento metanóia (Mt 3.2) – mudança de mente, conversão, arrependimento.

O arrependimento humano envolve fracasso moral, derrota e nos desvia do alvo. Deus é Todo-Poderoso, mas é flexível quando as circunstâncias humanas se aliam com a sua santidade e propósito, como no caso do povo de Nínive (Jonas 3:10).

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Para Deus é o verbo nahêm (pesar o coração) e não Lashúv (para o homem), que envolve arrependimento de fracasso moral. Deus é perfeito e nele não há pecado.

Veja abaixo a diferença entre os verbos: nahêm (para Deus) e Lashúv para o homem.

??????????? ?????? ???????????? ???????????? ???????? ????????????? ???????????? – nahêm (Gn 6.6)

???????????? ???????????? ?????? ????? ???????????????? ???????? ????????? ?????????????? – shuv (Jl 2.12)

Nele, Pr Marcelo

Novidades no Davar Elohim!

Shalom!

Prezados internautas e nobres leitores[as] deste blog, quero convidá-los a acessar o twitter do meu blog – Davar Elohim.

Em tempos de tanta tecnologia, vários amigos me solicitaram para criar o twitter do meu blog. Obedecendo os sábios conselhos, acabo de criar o twitter do blog.

Portanto, quero convidar a todos a seguirem o twitter do blog e conto com a preciosa cooperação de todos espalhando esta novidade!

O endereço é:

P.s>>> Registro meus sinceros agradecimentos ao amigo Netho do site gospel prime. Ele tem sido um hábil consultor de internet e responsável por estas novidades no blog.

Evódia e Síntique – Uma contradição

No Cristianismo, temos uma presença mais expressiva das mulheres e sua participação ativa na marcha do Evangelho, especialmente no ministério do Apóstolo Paulo. No capítulo 16 de Romanos, muitas são citadas nominalmente por Paulo destacando valiosos serviços prestados por elas, começando pela diaconisa Febe.

E na Igreja da cidade de Filipos, na chamada Macedônia oriental, cerca de 16km do Mar Egeu, em homenagem a Filipe II, pai de Alexandre Magno, Paulo cita os nomes de Evódia e Síntique, duas conceituadas mulheres macedônicas e de grande destaque na Igreja de Filipos, que reinavam em desavença uma com a outra. A propósito, narra a história que as mulheres macedônicas eram conhecidas por terem forte personalidade e a desavença entre ambas quebrava a harmonia e o bem estar daquela comunidade que Paulo ministrava, por assim dizer, o dom da alegria, do gozo, do regozijo redobrado!

Paulo disse solenemente: Rogo a Evódia e rogo a Síntique que sintam o mesmo no Senhor, Filipenses 4:2. A leitura pública de uma carta vinda das mãos de um homem de Deus, do caráter do Apóstolo Paulo, certamente poderia provocar o afastamento de ambas por iniciativa própria, pois ficariam envergonhadas ou elas, de per si, tomariam posição de compor “a alegria e coroa de Paulo” de firmeza no Senhor!

Reforçando ainda o alvo de ser sanada a desavença, Paulo, no versículo 3, apela para um companheiro que ajudasse aquelas mulheres que trabalharam com ele, e desfrutaram da sua companhia pessoal, mas algo estranho estava ocorrendo entre ambas.

Curiosamente, não se tem nenhuma pista do que realmente acontecia entre Evódia e Síntique. Também, fosse qual fosse a querela, como se sabe, diante da Cruz de Cristo, ninguém tem razão! Certamente estava havendo uma ferrenha disputa que já afetava a Igreja e suas lideranças, pois tal comportamento cria partidarismos, afeta as famílias dos queixosos, algo bem contrário ao que Paulo ensinava – que todos “pensassem concordemente”, sem nódoa de mágoa ou picuinhas.

Além da desavença e desarmonia serem contrárias à verdadeira fé cristã, uma outra contradição estava espelhada nos nomes das duas servas de Deus. O nome Evódia, de “evodomai”, significa ‘ir bem’, ‘prosperar’, ‘fazer uma boa jornada’, ‘agradável’. Essa mesma palavra está no versículo 2 de 3ª João – “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas”. Evódia, como cristã, não estava fazendo uma jornada feliz de vida cristã, pois reinava na desavença.

Por sua vez, Síntique, também nome grego, significa ‘afortunada’, no entanto, vivia na pobreza espiritual da falta de amor e perdão. Essas duas irmãs na fé estavam contribuindo para uma possível instabilidade da harmonia familiar dos irmãos filipenses! Lembra a Bíblia que tudo o que está escrito é para o nosso proveito, como diz Romanos 15:4.

Hoje, a lição negativa dessas duas irmãs chama-nos a atenção para o nosso papel numa comunidade a fim de que sejamos instrumentos para promover a paz, a harmonia, a reconciliação, “cada um considerando o outro superior a si mesmo” (Filipenses 2:3b) e tenhamos “o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus! (Filipenses 2:5) e, assim, desfrutaremos de uma jornada feliz (Evódia) e rica, ou melhor, afortunada (Síntique)!

Dr. Agnaldo Sacramento

Imperdível! Meu livro

Shalom!

Prezado leitores[as] você pode adquirir meu livro: Mensagens que transformam, por um preço super especial, sendo que o frete dos correios é por minha conta.

Este livro possui 20 exposições bíblicas, sendo que 3 textos pesquisei na cidade de Jerusalém no ano de 2007, quando o Eterno me permitiu estar naquela linda cidade.

Além deste fato, o livro é prefaciado pelo ilustre Rev. Hernandes Dias Lopes, autor de mais de 60 livros e que atualmente é o pregador do Programa Verdade e Vida, que acontece aos sábados na Rede TV. Sem dúvida, uma honra e um endosso de peso para o livro.

Alguns temas abordados neste livro:

A Páscoa e os 4 cálices

Sou Oliveira – Sl 52.8 (Este texto pesquisei em Jerusalém) – Por que Davi disse que era uma oliveira plantada na casa do Senhor. Por que ele não disse que era uma vinha, ou uma parreira, ou uma figueira?

Sélah – O “misterioso” sinal que aparece no livro dos Salmos e que aparece também no livro do profeta Habacuque. Quem nunca quis saber o que significa esta palavra “Sélah”. Este texto pesquisei também em Jerusalém.

Melquisedeque – Por que o sacerdócio de Cristo é segundo a ordem de Melquisedeque e não é aaraônico.

E mais 16 textos, frutos de muita pesquisa bíblica, história e aprofundamento na cultura judaica.

Você pode adquirir esta obra por apenas R$ 21,00!

Basta efetuar o depósito:

Banco ITAÚ

AG 0027
C/C: 18699-8

Nome: Marcelo Oliveira

P.s>>> Feito o depósito me comunique no e-mail:

evmarcello.olliver@gmail.com

Não esqueçam de enviar o endereço completo para o envio do livro.

TRIFENA E TRIFOSA

A familiaridade com os diversos nomes torna-se algo comum para todos nós. Mas, aqui ou acolá, deparamo-nos com nomes estranhos ou mesmo exóticos que nos fazem pensar o porquê deles, especialmente na nossa língua pátria. Se for num idioma estrangeiro, dizemos logo: “é nome estrangeiro” e fica justificado o estranho som aos nossos ouvidos.

Na Bíblia, há nomes lindos que ecoam suavemente aos ouvidos e outros muito estranhos, tanto no Antigo como no Novo Testamento e os achamos esquisitos, todavia, normais e adaptados à cultura e ao contexto da época. Outro fato curioso e interessante é quando, com sonoridade doce ou não aos ouvidos, o nome está ligado à fama ou à riqueza; nesse caso, a sua esquisitice desaparece e torna-se reconhecido como nome de peso do senhor (ou da senhora) fulano de tal, o estranho nome do magnata do petróleo ou de outros de grande fortuna.

O nome serve, também, como expressão do poder da personalidade da pessoa ou reflete circunstâncias marcantes. Quando se pronuncia Calabar, logo vem a idéia de traição; Jeorão, o rei que morreu e não deixou saudade alguma ou graciosidade como requer a palavra hebraica ‘Hemedáh’ ( II Crônicas 21.20); quando se fala em Pelé, surge a idéia de futebol; Rui Barbosa, sapiência, erudição; Lampião, literalmente cangaço, morte no sertão e assim por diante.

O nome é de grande afetividade e importância. O carinho para com as pessoas é muito importante (ver Romanos 15:2). Respeitá-las e honrá-las, assim como os seus nomes, é algo de grande valor. O Apóstolo João já sabia disso e disse, cerca de 2000 mil anos: Saúda os amigos pelos seus nomes – 3ª João, v. 15.

É bom saber os nomes das pessoas na área de atividade profissional ou em qualquer outra situação. Em especial na igreja, não se deve ficar falando aquela “irmã gorda”; “aquele irmãozinho do mel” ou “o irmão do picolé capelinha”! Não custa até repetir: como é o seu nome mesmo? E depois procurar memorizá-lo quando se despedir da pessoa, estabelecendo paralelo com outro nome que já se conhece bem.

Paulo gostava de expressar sua gratidão nominalmente a exemplo da longa lista de Romanos 16. Ele jamais esqueceria da família de Onesíforo, conforme II Timóteo 1:16. Em Romanos 16, entre outros nomes incomuns, cita os de Trifena e Trifosa (versículo 12), nomes gregos bem conhecidos da cidade de Roma. Percebe-se que ambos têm a raiz: TRI, e vem a idéia de que eram irmãs gêmeas e de grande operosidade na igreja.

No grego, Trifena quer dizer graciosa e Trifosa, delicada. Elas “trabalhavam no Senhor”, detalhe de grande relevância! Há indícios de que eram membros da família do Imperador de Roma, haja vista que os seus nomes apareceram num cemitério, usado para enterro de pessoas importantes da família real.

Como já citei, é a mesma raiz TRI para ambos os nomes, uma raiz grega que significa viver no luxo, mas elas viviam na simplicidade e trabalhavam no Senhor! Trifena também aparece identificada mais tarde como sendo uma rainha.

Imaginar duas irmãs da Corte Real de Roma trabalhando incansavelmente “no Senhor”, sendo uma, graciosa e outra, delicada! Watchman Nee disse que o Espírito Santo torna o homem (ou a mulher) polido e cortês. Trifena e Trifosa eram de fato duas servas polidas e corteses. Estavam enquadradas no testemunho de vida da irmã que foi interpelada: Qual o segredo da sua beleza? Respondeu: “Eu uso a Palavra da verdade nos meus lábios; nos meus olhos, compaixão; em minhas mãos, caridade e no meu vulto, retidão.” Trifena e Trifosa, depois de mortas, ainda falam (Salmo 112:6 e Hebreus 11:4c) de um serviço com graça e delicadeza!

Dr. Agnaldo Sacramento

John Piper – Guerreiro Massai

Shalom!

Convido a todos irmãos, amigos a assistirem este vídeo impactante! Ó Deus Eterno, concede-nos este amor, esta fé inabálavel e restaura em nós o primeiro amor.

Nele, Pr Marcelo


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Fonte: www.defesadoevangelho.com.br

Indicando um excelente blog!

Shalom!

Amados leitores [as], gostaria de indicar o excelente blog do nobre companheiro – Pr Jefferson Magno Costa. Neste blog você encontrará diversos textos na área de bibliologia, apologética, cristologia, bem como clássicos da literatura. Com toda a certeza, você estará num oásis da Palavra, onde sua alma será revigorada e alimentada.

Deus tem me concedido a honra de escrever juntamente com o Pr Jefferson Magno em duas excelentes revistas: Visão Bíblica e a Revista Apologética.

Pr Jefferson Magno, foi jornalista da CPAD, gerente editorial da Editora Vida, gerente editorial da Mundo Cristão, um dos editores da excelente Bíblia de Referência Thompson. Além disso, é escritor de 9 livros e membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil.

Acesse agora mesmo:

Um abraço, Pr Marcelo Oliveira